
A pedidos, vamos aos fatos!
O ativo foi muito castigado ao longo de toda a crise subprime. Se pudesse escolher um fator para apontar, diria que se deve ao fato da maioria da produção da WEG ser destinada à exportação. Assim sendo, as previsões de desaquecimento global para 2008, aliadas à constante depreciação do dólar frente o real, fizeram com que os investidores de médio e longo prazo revissem suas apostas na empresa. Mais cautela do que verdadeiramente fatos concretos.
O gráfico mostra estocástico proximo da zona de sobrevendido, o que pode trazer oportunidades pontuais de compra para o fim dessa semana, caso melhore o humor em relação à bolsa brasileira. O MACD está indefinido, porém próximo de sinalizar uma retomada da tendência de alta do papel. O IFR, mais animador, mostra divergência de alta, reforçando a possibilidade de subida dos preços ao longo principalmente do mês de maio.
A grande preocupação, porém, deve à proximidade do preço da ação de seu suporte mais forte, mais ou menos em 18,40. Um fechamento do papel abaixo desse patamar pode levar a correções mais fortes. Acredito que não seja o caso. Se ocorrer, proximo suporte forte em 16,25. Nesse caso, HAJA CORAÇÃO!
RAFAEL Z. CORONA - ESAG TRADER
Um comentário:
Ta irado essas análises Corona.
Olha só tem como incluir a MMX pras próximos análises.
Ela subiu 15% em dois meses e quero só ter a sua visão da continuidade desse movimento, pois ela é uma ação pode vir a representar a minha entrada na bovespa. Ou não. hauhauha
Abraço
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